O evento aconteceu nessa Quarta- feira (06), na Escola Professora Carmem Celina Nogueira de Castilho, a palestra foi ministrada pelo Psicólogo Clínico e Hipnoterapeuta Bruno Magalhães Gontijo, em parceria com Instituto PSAR- Consultoria e Capacitação Educacional e Prefeitura Municipal.
A palestra foi direcionada a professores de fases inicial, fundamental, ensino médio e pais de alunos portadores do transtorno do Espectro Autista. A secretária de Educação Ana Maria e o diretor da Escola Roberto Queiroz foram fundamental para a realização da mesma.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades sociais, comportamentos repetitivos, fala e comunicação não-verbal, bem como por forças e diferenças únicas.
Os sinais mais óbvios do Transtorno do Espectro Autista tendem a aparecer entre 2 e 3 anos de idade. Em alguns casos, ele pode ser diagnosticado por volta dos 18 meses.
Sabemos agora que não há um autismo, mas muitos tipos, causados por diferentes combinações de influências genéticas e ambientais. O termo “espectro” reflete a ampla variação nos desafios e pontos fortes possuídos por cada pessoa com autismo.
Alguns atrasos no desenvolvimento associados ao autismo podem ser identificados e abordados bem cedo. Recomenda-se que os pais com preocupações busquem uma avaliação sem demora, uma vez que a intervenção precoce pode melhorar os resultados.
Participaram cerca de 130 pessoas que foram esclarecidas sobre o assunto que preocupa pais e professores.
Ao final o Psicólogo Bruno Magalhães deixou a seguinte mensagem: ” Apesar de cada criança que possui TEA ser diferente, o maio desafio é entender como funciona o mundo daquela indivíduo e como utilizar as habilidades positivas que ele possui para criar maior autonomia e qualidade de vida para aquela criança e sua família’’. Finalizou o Psicólogo.
- Por Aldieres Brito










